terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Cidades de papel

Olá pessoas !!


Depois de um longo longo inverno, enfim estou retomando meu projetos de leitura!
Não que eu tenha deixado de ler, nada disto, eu só não conseguia tempo suficiente para sentar com calma e resenhar os livros lidos.
Espero conseguir encaixar novamente esta atividade na minha rotina e voltar a colocar este blog em funcionamento!

No final de 2013, entrei em um projeto anual [para 2014 ... claro!] que reúne duas paixões: Scrap e leitura. O post sobre o projeto, com os detalhes, vocês encontram aqui.

Então, junto com a parte de scrap, eu vou procurar sempre postar aqui as resenhas dos livros lidos, por que aqui posso expressar a minha opinião sobre o livros, o que não cabe tudo lá na mini smash!!

O livro escolhido para abrir o projeto foi:


Livro:  Cidades de papel
Autor: John Green
Gênero: Ficção americana
Editora: Intrínseca
368 Páginas

Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre. 
Por exemplo, muito provavelmente eu nunca vou ser 
atingido por um raio, nem ganhar um prêmio Nobel, 
nem ter um câncer terminal de ouvido. Mas, se você 
levar em conta todos os eventos improváveis, 
é possível que pelo menos um deles vá acontecer 
a cada um de nós. Eu poderia ter presenciado uma 
chuva de sapos. Poderia ter me casado com a 
rainha da Inglaterra ou sobrevivido meses à deriva 
no mar. Mas o meu milagre foi o seguinte: de todas 
as casas em todos os condados da Flórida, eu era 
vizinho de Margo Roth Spiegelman.


Sinopse:

O adolescente Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.

Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo tornou-se um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava conhecer.



Minha opinião:

Minha opinião geral sobre o livro é que eu esperava mais dele. Eu li tanto sobre o autor, e sobre os outros livros, que eu achava que iria grudar na leitura e só parar na última página.

E não foi exatamente isto que aconteceu ... no começo, achei o livro chato, sem sentido, as atitudes de Margo infantis sem limite, e o Quentin valorizando demais uma menina que não era tudo aquilo. 

Enfim, para a idade dele, Q. é até bem centrado, tem opiniões engraçadas, uma personalidade pacífica, é inteligente, e festeja dentro dos limites aceitáveis, não precisa abusar para chamar a atenção.

Já Margo, é um camaleão, para cada situação ou ambiente, ela tem uma programação de atitudes específicas. Ela parece estar constantemente querendo chamar a atenção para si ... a atenção dos pais, o amor dos pais, por que parece que é nesta ligação que há problemas.

Q. tem bons amigos, e que o ajudam em algumas loucuras, por ele, e sua suposta paixão por Margo, então, por este lado, achei legal.

Com linguagem é atual, e de fácil leitura, não vou dizer que me marcou, mas eu aprendi o que são as cidades de papel. Para quem ficou curioso, leia a página 363 [nota do autor] do livro.

Li uma porção de resenhas elogiosas sobre o livro, e a minha opinião pode estar sendo depreciativa, então, talvez, este não seja o momento certo de ler este livro ... quem sabe eu coloque ele em uma pilha para uma releitura futura, e assim, veja a narrativa com outros olhos.

É isto.

Boa leitura para quem passa por aqui!